Cardeal Jorge Mario Bergoglio é eleito o Papa Francisco I

G1
Após quase 600 anos, outro Papa renuncia, e a igreja católica se vê perplexa! 

O inteligente alemão Joseph Ratzinger, diz não ter mais saúde para tocar a igreja que vem sofrendo por acusações de pedofilia e corrupção.

Naturalmente, enquanto aqui fora a imprensa especulava quem poderia ser o sucessor de Bento XVI, os Cardeais já sabiam quem poderia tocar a maior religião do mundo pelos próximos anos.

Enquanto as clausuras colaboravam para que o Espírito Santo soprasse aos corações do alto clero, os momentos de reuniões fechadas há mais de quinze dias já ia apontando quem poderia ter o voto de dois terços dos 115 elegíveis.

Em todos os lugares onde existe eleição e cargo, existe articulação e expeculação. O argentino Bergoglio na última eleição, em 2005, foi o principal rival de Ratzinger e quase leva a sucessão de Carol Wojtyla.

Já havia a intenção de deixar o legado de conservadorismo de Bento XVI a um Papa das Américas, mas a posição crítica do brasileiro Odíio Scherer ao Prefeito da Congregação para os Bispos, Giovanni Batistta Re, descredibilizou sua "campanha" internamente.

Por exclusão, o "terceiro lugar" foi ficando cada vez mais perto de ser o novo Papa.  Ratzinger, apesar de recorrer em alguns momentos à base da Igreja, já apontava sinais de ecumenismo e diante disso o Jesuíta não deixa dúvidas de ser mesmo um "ponta firme". 

Vota-se uma, duas, três vezes e os que mantinham a votação em outros Cardeais, foram aos poucos mudando de idéia. O caminho seria uma pessoa de simples princípios e idéias comuns para segurar a Igreja Católica diante das maiores mudanças tecnológicas e culturais dos últimos tempos.


Enfim, habemus Francisco, que agora "Vai e Reconstrói a Igreja" (de novo).

Unknown

Phasellus facilisis convallis metus, ut imperdiet augue auctor nec. Duis at velit id augue lobortis porta. Sed varius, enim accumsan aliquam tincidunt, tortor urna vulputate quam, eget finibus urna est in augue.

Nenhum comentário:

Postar um comentário